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sexta-feira, 22 de abril de 2011

Entrevista: Excellence - Contra Todas as Dificuldades


Conquistar espaço na cena Rock/Metal é uma tarefa muito difícil. Isso não é novidade, ainda mais quando se trata de uma banda que precisa lutar, dia a dia, para manter-se na ativa e desenvolver seu trabalho longe dos grandes centros.

No noroeste do Rio Grande do Sul, na cidade de Ijuí, encontramos a Excellence, cuja proposta de tocar composições próprias voltadas para o Hard & Heavy os colocam como a principal banda de toda essa região, o que culminou com o lançamento de seu primeiro álbum, o ótimo “Against the Odds”, nota 7,5 na Roadie Crew de março deste ano e comentários positivos em sites e meios especializados mundo a fora.

Mas a banda possui um passado também de lutas e conquistas. Com os músicos com experiência em outras bandas, a Excellence, infelizmente, não é o trabalho do quarteto formado por Valterson Wottrich (vocal e guitarra), Lucas Prauchner (guitarra), Robson van der Ham (baixo) e Marcos Rigoli (bateria) que desenvolvem atividades outras para manter o desejo e sonho de ver a banda num patamar ideal algum dia.

E eles tem lutado para isso. No ano de 2010, sobretudo, o grupo realizou uma série de shows pelo interior do RS, divulgando ora seu material próprio, ora o projeto em que executam covers de alta qualidade de Guns & Roses.

Tamanha dedicação e o apoio da galera da cena regional só reflete positivamente em composições e shows de alto nível, com muita empolgação e amor pelo que fazem.

Entrevistamos a banda quando estávamos começando o Road to Metal e, agora, passados cerca de três anos, é muito legal conversarmos novamente com a Excellence, cujo passado, o presente (tudo sobre o álbum de estréia) e o futuro são comentados por toda a banda que, num bate-papo descontraído, vai agradar a todos que já os conhecem e, sobretudo, deixar você que não ouviu a banda ir correndo comprar o “Against the Odds” ou mesmo realizar o download legal dele.

Confira a conversa abaixo.


Road to Metal: É um prazer novamente poder falar com a Excellence, essa banda que tem crescido muito aqui no cenário do Hard Rock e Heavy Metal no interior do Rio Grande do Sul. Vocês estão com novidades e com essa entrevista vamos sistematizar isso. Primeiro, uma retrospectiva do ano de 2010 para banda, que, pelo que percebemos foi muito importante.

Valterson: Nosso olá a todos os acompanhantes do blog Road to Metal. Acho que o ano de 2010 foi um marco para a banda Excellence, em especial pelo fato de ter sido o ano de lançamento do nosso primeiro CD. Esse CD, como o nome diz, foi totalmente “Against the Odds”. Mas acho que também foi um ano de amadurecimento musical da banda como um todo, em virtude do nosso direcionamento e volume de shows. Tivemos parcerias importantíssimas como a com o Hangar e com o Tierramystica. Foi um ano que consideramos o pontapé inicial a nossas pretensões com a banda. Mas acho que isso tudo é só o começo. Queremos e esperamos muito mais.

Primeiro disco completo da banda gaúcha: alvo de muitos elogios mundo a fora

RtM: A grande conquista, acredito, foi o lançamento do aguardado primeiro trabalho completo de vocês, chamado “Against the Odds”. Nos contem um pouco como se deu o processo de composição, gravação e preparativos para o lançamento.

Marcos: Tudo muito complicado, mas muito divertido e satisfatório. Levamos muito tempo compondo e gravando, uma vez que tínhamos poucos recursos financeiros e pouco tempo hábil para terminarmos o CD. Juntamos coisas antigas que estavam engavetadas e coisas que foram escritas depois do início das gravações, uma grande salada de fruta que acabou soando homogênea. Quanto ao lançamento, estamos ansiosos para apresentar essas canções na íntegra e, ao vivo, acreditamos que vão soar muito bem.


RtM: O álbum foi lançado contendo 11 músicas, todas composições próprias. Há entre as músicas 4 que já haviam sido lançadas no EP “The Twilight”(2006). Porque a decisão de relançá-las? A gente percebe que possuem novos elementos e arranjos, mas se mantem bastante próximas das versões originais. Estavam insatisfeitos de alguma forma com as versões anteriores?

Valterson: Na realidade, dentro das condições que tínhamos na época para a gravação do EP “The Twilight”, estávamos bem satisfeitos. Porém, é inegável que a qualidade e tempo que tivemos para nos dedicarmos à composição do “Against the Odds” favoreceu, dando um salto de qualidade de um trabalho para o outro. Mas gosto do “charme” do EP também. Foi extremamente válido na época. Ainda que com um orçamento quase que inexistente, o “Against the Odds” foi muito caprichado em relação à produção. Outro fator que nos inclinou a regravar as 4 músicas do EP foi dar àquelas músicas uma roupagem nova, uma vez que na época da composição do EP nós tínhamos na formação o teclado. Agora, com a formação sem tecladista nós decidimos deixar os teclados somente como um preenchimento e não como um elemento principal. O que “está na cara” do instrumental é o básico (guitarras, baixo e bateria). No CD há inserções de teclado, mas elas ficaram quase que em um segundo plano.

RtM: Voltando um pouco no tempo, a banda tem muitos anos de carreira, desde também quando alguns dos integrantes faziam parte da extinta Fallen Angel. Qual a grande diferença que vocês podem nos contar entre o fato da Excellence ter alcançado um bom patamar na sua região e lançar material que tem sido bastante elogiado em todo o país?

Marcos: Trabalho árduo e sério acho que resume tudo. Com certeza, deveríamos trabalhar muito mais em prol da banda, mas no momento é esse o tempo que temos disponível, mas mesmo assim, sem sombra de dúvida, o que difere a Excellence de qualquer outro trabalho que tenhamos feito no passado, é a seriedade.

RtM: A banda surgiu em Ijuí/RS e, nos últimos anos, tem se tornado a banda referência na região noroeste do estado quando o assunto é Hard Rock e Heavy Metal. Quais as adversidades que a banda já enfrentou e ainda enfrenta por ser do interior e longe dos grandes centros?

Marcos: Muitas, muitas mesmo, da falta de apoiadores até a falta de lugares para tocar. Mas em contrapartida a tudo isso, temos um público muito fiel ao estilo, o que nos garante força e motivação para não desanimarmos.


RtM: Vamos voltar ao trabalho da banda. “Against the Odds” surpreendeu a todos, mesmo àqueles que já conheciam a capacidade dos músicos da banda. O que no álbum tem agradado mais ao público, já que na proposta da banda vemos uma “mescla” de Hard Rock oitentista, Heavy Metal Tradional e até algo de Progressivo?

Robson: Conseguimos dar uma roupagem para as músicas a ponto de deixá-las homogêneas, apesar da grande diferença de idade de algumas. Dessa forma se reuniu diferentes estilos mas com um som original, característico da banda, que foi adquirido ao longo desta última formação. Acho que isso cativou os ouvintes, pois quem quiser pode ouvir diferentes estilos de Rock mas com o “tempero” da Excellence.

RtM: Falem um pouco sobre o título do disco e o sentido que ele traz? Temos canções que, em termos de sonoridade, diferenciam-se uma das outras, sendo esse o ponto forte que faz o álbum ser ouvido do inicio ao fim. Mas em termos de letras, mensagens, ideologias, o que a banda tem tentado transmitir?

Marcos: O título é uma alusão à nossa realidade. Estamos sempre contra todas as probabilidades, tudo devido à dificuldade de manter a banda na estrada por todos esses anos não levando em conta modismos, tendências e coisas do tipo. Quanto às letras, o que mais gosto nelas, é que de fato não dizem nada “na cara” de quem está lendo ou escutando elas, existe muito de interpretação pessoal de cada pessoa sobre o assunto em questão, mas em alguns casos, como Won’t Listen to Fools, é uma sarrafada nas pessoas que se frustraram na vida e vivem jogando areia nos sonhos das outras.

RtM: Há alguns anos vocês possuíam tecladista na banda. Nos últimos tempos, a banda se resume a um quarteto. Mas em “Against the Odds” há a participação bastante significativa de Anderson Costa (que também produziu o disco) nos teclados. Como surgiu a ideia de parceria com ele e porque não efetivá-lo como membro da banda, ou ainda, incluir o instrumento nas apresentações ao vivo?

Marcos: Interessante essa pergunta (risos). A questão sempre foi: teremos um tecladista fixo? Alguém que esteja tão focado na banda quanto nós quatro? Depois de muito nos perguntarmos isso, decidimos por manter a formação em que estamos. O Anderson é um grande amigo nosso, e um músico de extrema competência, seria uma honra trabalhar com ele, mas ele já tem uma pá de projetos e o estúdio para tocar adiante, o que o impossibilita de tocar na banda. Mas nunca descartamos a idéia.

Uma das antigas formações da banda, contando ainda com tecladista fixo

RtM: Qual o sentimento da banda em relação à verdadeira conquista de gravar um disco com material próprio nesta época em que muito se fala do fim dos álbuns, onde tudo se torna digital e acesso ilegal às músicas?

Robson: A gente sabe da importância, ainda nos dias de hoje, de um material físico, em que as pessoas possam literalmente “tocar com as mãos e ver com os olhos”. Para isso o CD é indispensável. Mas temos que lidar também com a Internet e, pensando nisso, disponibilizamos para download o álbum completo. Nossa intenção com isso é atingir o maior número de pessoa possível, principalmente aquelas que não têm acesso ou o mesmo se dificulta para aquisição de um CD.

RtM: Falando em downloads, algumas semanas após o lançamento do disco, a própria banda passou a disponibilizar o disco na íntegra para download gratuito. Quais os motivos de tal decisão e como vocês tem percebido as mudanças após ofertar o trabalho gratuitamente?

Lucas: A decisão foi unânime entre a banda porque as duas opções são: a) vender 200 cópias do CD pelas redondezas e fim de conversa; b) divulgar a banda tanto quanto possível disponibilizando o disco para baixar. Não penso existir outra escolha para uma banda do nosso porte que queira divulgar seu trabalho. E com certeza existe hoje um significativo público conhecendo a Excellence pela Internet, e que não conheceria se estivéssemos tentando “proteger” o CD.

RtM: Quem é interessado em conhecer novas bandas acaba muitas vezes realizando downloads ilegais (e há até sites premiados que apenas oferecem downloads não autorizados) e, em muitos sites/blogs desse gênero, encontramos o disco de vocês, incluindo em locais de outras nacionalidades, quase sempre com altos elogios. Vocês acompanham esse tipo de coisa, tem visto os comentários acerca do seu trabalho?

Lucas: Gosto muito de ler o que as pessoas comentam sobre a Excellence. Acompanhar o trabalho da banda tem sido meu esporte favorito (risos). E fico muito contente de perceber que as pessoas que não conhecem a realidade da banda, muitas vezes avaliam o nosso trabalho como se fôssemos uma banda “profissional e consolidada”. Quer dizer, sempre tivemos em mente a ideia de seriedade e profissionalismo, mas tocar na banda, infelizmente, e pelo menos até o momento, não é a nossa profissão. Não há nenhum retorno que não seja a satisfação de fazer o que fazemos. É um hobby com o qual gastamos dinheiro e não ganhamos. O tempo que temos disponível para a banda é muito, muito pouco perto do que seria necessário, e considerando todas estas restrições, acho que temos feito um trabalho muito bom.

A turnê da banda continua em andamento! Produtores podem contatar a banda para agendar shows!

RtM: A Excellence iniciou a Against the Odds Tour ainda em 2010 e víamos a grande procura de casas de shows e produtores de eventos especializados pela banda. Entretanto, vocês ainda não tocaram em centros maiores, como Santa Maria e mesmo Porto Alegre. Isso ainda não foi possível por quê?

Lucas: Faz bastante tempo que estamos tentando tocar em cidades maiores, mas como a banda não é conhecida nestes lugares, não é fácil conseguirmos os shows. Outra coisa que dificulta muito são os custos envolvidos, pois para levar uma banda de Ijuí a Porto Alegre, por exemplo, somente o valor do transporte já acaba sendo bem maior do que o cachê pago para a maioria das bandas locais. Mas estamos tentando de todas as formas, e em breve temos certeza de que conseguiremos estes espaços.


RtM: Está marcado para 22 de abril (nota do editor: a entrevista foi realizada alguns dias antes da data dessa apresentação) o show de lançamento oficial de “Against the Odds”. Qual a importância de um show especial como esse, já que demorou vários meses para termos uma data destinada a marcar esse lançamento?

Robson: Este show vai servir para sabermos se o público decorou as letras (risos). Na verdade, quando se lança um CD tem que haver um tempo para quem comprar o CD poder escutar, gostar ou não, e depois sim decorar as letras. Seria estranho lançar um CD e no dia seguinte fazer um show de lançamento com músicas que ninguém conhecesse. Esse show vai marcar sim, pois se trata do primeiro álbum da banda e isso nos deixa muito orgulhosos.

RtM: Podem nos contar como surgiu essa ideia de um show de lançamento, se terão o disco para a venda, enfim, as infos necessárias para a galera saber? Além disso, vocês pensam em tocar o álbum na íntegra nesse show ou em algum momento posterior?

Robson: Show de lançamento é de praxe para qualquer banda que lance um disco. O disco estará à venda no local com preço promocional de apenas R$ 10,00. Ingressos antecipados a R$ 8,00 apenas na Comando Jovem. O show terá início às 22:00 e logo após haverá a festa Smells Like 90’s, com o melhor do rock dos anos 90. Vai ser uma festa bem legal e diferente, todos estão convidados a comparecer.

Lucas: E tocaremos todas as músicas do disco neste show, além de alguns covers bem escolhidos (risos).

Cartaz de divulgação do show de lançamento oficial de debut da banda

RtM: Vamos conversar um pouco sobre algumas músicas. Primeiro, “The Next Season”, música essa que considero a melhor da carreira da banda, não somente pelo maior peso, mas pela temática e o clima que vocês conseguiram transmitir com ela. Falem-nos um pouco dela, como surgiu a ideia, quem compôs o quê, etc.

Lucas: “The Next Season” é uma música sobre alguém com um perverso desejo de vingança contra tudo e contra todos (risos). A temática, combinando bem com a sonoridade mais pesada e tensa da música, foi inspirada em trechos da obra “Uma Estação no Inferno” de Arthur Rimbaud. Sobre sua origem: quando crio algum rascunho de riff ou melodia, sempre salvo o trecho no computador com algum apelido escroncho. “The Next Season” chamava-se originalmente “Mais pesada que tá louco” (risos).

RtM: Antes do lançamento do disco, lançaram o single “Dirty Way”. Lembro que muita gente curtiu e, arrisco dizer, esse single colocou um gás a mais na banda, certo?

Valterson: Certamente. O single “Dirty Way” surgiu como um termômetro para a gente e para o nosso público sobre se esse seria o momento para gravarmos o CD ou não. O resultado, particularmente para nós, foi ótimo e a receptividade também foi. Esse foi o ponto de partida para a gravação do CD e para a gente, ao menos no campo imaginário, dar um caminho mais sério para as perspectivas da banda. Esse ponto serviu também para estabilizarmos a formação da banda (saída do tecladista, entrada do baixista Robson) e para consolidar esse novo rumo musical, sem perder as origens do que a banda sempre se propôs a fazer: somos uma banda de Rock. Isso deu um novo ânimo também para a banda.

Capa do single Dirty Way, que já se tornou um dos grandes hits da banda

RtM: Quando vocês estavam com a produção pronta, mas aguardando a liberação dos discos físicos, enviaram por email para a galera cadastrada algumas canções, como “Won’t Listen the Fools” e a própria “Dirty Way”. Como vocês vêem o uso da internet pelas bandas atualmente e se recebiam retorno da galera que ouviam os sons?

Valterson: Acho que a Internet é uma ferramenta incrível. Ao meu ver, creio que quem acaba tendo um prejuízo considerável com a internet e a pirataria são bandas do porte do Metallica ou, fora do metal, Coldplay. A perda de receita dessas bandas é considerável, pois se vendiam números de 20 ou 30 milhões de CDs (!!!). O cálculo é fácil: se eles ganharam R$0,50 por CD vendido eles ganham o equivalente a 10 ou 15 milhões de reais. Por outro lado, a divulgação na Internet faz com que bandas de porte menor cheguem onde nunca imaginariam que poderiam chegar, como é o nosso caso. A banda tem um conceito excelente na Europa. Não fosse a Internet, teríamos dificuldades seríssimas de chegar até São Paulo. Tem o fator também de que, mesmo havendo a pirataria, a banda acaba ganhando com isso, pois tem uma divulgação infinitamente maior. Muitas pessoas que acabariam não adquirindo o CD de uma banda, se puderem baixar esse CD gratuitamente, podem vir a gostar do CD e virar um fã da banda. E, eventualmente, quando essa banda vier à cidade ou região dessas pessoas, é provável que esse público compareça no show. E as bandas, especialmente, as grandes, tem o lucro real nos shows. Então se perde pouco de um lado, mas se cria a perspectiva muito maior do outro. Essa foi uma das razões que disponibilizamos o CD para download. Especialmente porque o público que curte rock/metal é muito colecionador. Ele baixa o CD e, se realmente gostar do que ouviu, vai lá e compra o CD original. Até mesmo para apoiar a banda.

RtM: Na edição de março da conceituada revista Roadie Crew o álbum foi resenhado, obtendo a boa nota de 7,5 e vários elogios, sendo, acredito eu, uma das muitas conquistas da banda. Para a galera que está curiosa, como vocês conseguiram que “Against the Odds” estivesse presente na seção de lançamentos da revista, ao lado de discos de grandes artistas e gravadoras?

Robson: Todo este processo teve uma enorme contribuição do nosso amigo Nando Mello, baixista da banda Hangar, a qual prezamos muito como músicos e como amigos também. Através dele temos conseguido várias coisas importantes e uma delas foi essa resenha. Ficamos muito felizes com os elogios da revista e isso serviu para continuarmos trabalhando para levar ao maior número de pessoas nosso trabalho.


RtM: Agora, quais os próximos passos que a banda pretende dar e as expectativas de futuros negócios ou trabalhos?

Valterson: Vamos, com certeza, gravar o 2º CD. O 3º CD também. Mas, por enquanto, pretendemos trabalhar bastante a divulgação do "Against the Odds", tocando no maior número possível de lugares. Ficamos satisfeitos com o resultado geral do CD e ainda mais satisfeitos com a receptividade do público e da crítica. Pretendemos também desenvolver melhor a logística de venda do CD, que por enquanto está sendo vendido somente via banda e através o site vitrola. Estamos buscando parecerias com distribuidores para o CD ter maior visibilidade no Brasil e porque não no exterior.

RtM: Agradecemos a entrevista, reafirmando nossa aliança com os grupos emergentes no Metal no estado do Rio Grande do Sul. Uma última mensagem às pessoas que nos acompanham aqui no Road to Metal.

Valterson: Agradecemos o espaço, a amizade e a parceria dos integrantes e colaboradores do blog Road to Metal que sempre estão nos apoiando e divulgando os eventos relacionados a todas as vertentes do rock. Convidamos todos para comparecer ao show de lançamento do CD que vai ocorrer nesse dia 22/04/2011. Fica o convite para que as pessoas acessem o site www.excellencerock.com, onde se tem acesso aos vídeos, áudios, downloads, agenda e dá pra ficar ligado nas novidades e notícias da Excellence. Valeu!!!

Entrevista: Eduardo "EddieHead" Cadore
Fotos: Divulgação e arquivos da banda 

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